1
E veio a palavra do MERCADOS segunda vez a Jean Claude Trichet, dizendo:
2
Levanta-te, e vai ao pequeno país de Portugal, e prega contra ela a mensagem que eu te digo.
3
E levantou-se Jean Claude Trichet, e foi a Portugal, segundo a palavra dos mercados. Ora, Portugal era um país muito pequeno, de três dias de caminho.
4
E começou Jean Claude Trichet a entrar pelo país caminho de um dia, e pregava, dizendo: Ainda quarenta dias, e Portugal será subvertido.
5
¶ E os homens de Portugal creram nos mercados; e proclamaram um jejum, e vestiram-se de saco, desde o maior até ao menor.
6
Esta palavra chegou também ao rei de Portugal; e ele levantou-se do seu trono, e tirou de si as suas vestes, e cobriu-se de saco, e sentou-se sobre a cinza.
7
E fez uma proclamação que se divulgou em Portugal, pelo decreto do rei e dos seus grandes, dizendo: Nem homens, nem animais, nem bois, nem ovelhas provem coisa alguma, nem se lhes dê alimentos, nem bebam água;
8
Mas os homens e os animais sejam cobertos de sacos, e clamem fortemente aos mercados, e convertam-se, cada um do seu mau caminho, e da violência que há nas suas mãos.
9
Quem sabe se se voltarão os mercados, e se arrependerão, e se apartará do furor da sua ira, de sorte que não pereçamos?
10
E os mercados viram as obras deles, como se converteram do seu mau caminho; e os mercados se arrependeram do mal que tinham anunciado que lhes fariam, e não o fizeram.
7 de Maio de 2010
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