Já tinha pensado nesta eventualidade e agora que li isto percebi melhor o que está em questão.
E o que está em questão é o imediatismo dos lucros no curto prazo e que o negócio da Vivo permitiria aos bancos e grandes accionistas e, o interesse, não só do Estado, mas da própria PT, que se veria sem o seu principal activo, mais lucrativo e com maior potencial de crescimento - tão apetecível que a Telefónica está disposta a dar por ele "este mundo e o outro".
1 de Julho de 2010
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